PF investiga líderes de seita religiosa que teriam escravizado fiéis na Bahia

Na manhã desta terça-feira, 06 de fevereiro de 2018, a Polícia Federal deflagrou, com o apoio do Ministério do Trabalho (MTE), uma operação para investigar crimes de redução de pessoas à condição análoga de trabalho escravo, tráfico de pessoas, estelionato, organização criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

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Chamada de “Canaã – A Colheita Final”, a operação cumpre 22 mandados de prisão preventiva, 17 de interdição de estabelecimento comercial e 42 de busca e apreensão em 13 municípios dos estados da Bahia, Minas Gerias e São Paulo.

Na Bahia, os municípios investigados são Ibotirama, Luiz Eduardo Magalhães, Wanderley e Barra.

Segundo a PF, os dirigentes da seita teriam aliciado pessoas dentro da igreja, utilizando argumentos da doutrina religiosa para convencer os fiéis a trabalharem em oficinas, postos de gasolina, pastelarias, confecções e zonas rurais, sem nenhuma remuneração.

A operação já está em sua terceira fase e o grupo estaria expandindo as ações criminosas até Tocantins.

Fonte: Estadão.


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